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Osteoporose: saiba o que afeta a saúde óssea do idoso

Os ossos são extremamente importantes para nos fazer caminhar, proteger nossos órgãos e produzir células sanguíneas. Mas à medida que envelhecemos, perdemos massa óssea. Algumas pessoas, principalmente do sexo feminino, desenvolvem a osteoporose. Quer saber melhor como ela se desenvolve? Veja mais informações neste artigo.

A perda de massa óssea é uma condição metabólica que causa a porosidade e a maior fragilidade dos ossos. Cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil têm a enfermidade que aumenta o risco de fraturas.

Uma pessoa com redução de massa óssea pode quebrar um osso num simples ato de tossir ou ao fazer um movimento brusco. Além disso, a doença pode causar dores, que são amenizadas apenas com medicação. Em casos mais acentuados, os médicos recomendam cirurgia.

Como as pessoas estão vivendo mais, a tendência é que os casos da enfermidade cresçam. Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), 9,2% da população brasileira eram de pessoas com mais de 65 anos em 2018. Já a estimativa é que em 2060, essa taxa subirá para 25,5%.

Portanto é benéfico tomar medidas preventivas, desde a juventude, e realizar o tratamento adequado no envelhecimento. A prevenção, como você verá mais adiante, é baseada na alimentação e na atividade física.

Sintomas: por que a doença tem diagnóstico tardio?

Para conhecer os sintomas dessa enfermidade, primeiramente é importante saber como ela age no nosso esqueleto.

Nesse sentido, os ossos não são estruturas estáticas. Eles se renovam naturalmente com o passar dos anos. Desde que nascemos até os 20 anos, aproximadamente, ganhamos massa óssea. Mas por volta dos 40 anos começamos a perdê-la.

Portanto, a renovação dos ossos ocorre graças a dois tipos de células que você conhecerá agora:

  • osteoclastos: absorvem minerais e criam cavidades nos ossos;
  • osteoblastos: preenchem as cavidades, produzindo novos ossos.

Porém, para completar os espaços vazios deixados pelos osteoclastos, as células do grupo dos osteoblastos precisam de cálcio. Por sua vez, o cálcio é produzido graças à ação da vitamina D no organismo. E, como você já leu aqui no blog, a vitamina D é produzida naturalmente quando tomamos sol.

Seguindo esse raciocínio, o processo metabólico de enfraquecimento dos ossos com o passar dos anos passa despercebido e, por isso, tem diagnóstico tardio.

Ele será identificado através de exame de imagem (como você verá neste artigo), solicitado por um médico, ou quando, infelizmente, a pessoa idosa sofrer uma fratura e começar a investigar a causa.

Fatores de risco: por que a incidência é maior entre as mulheres?

Um elemento muito importante na fixação do cálcio no osso é o estrogênio. Ele é um hormônio que sofre uma grande queda após a menopausa (última menstruação). Por isso, nestes casos os médicos classificam a doença como osteoporose pós-menopáusica.

Em média, depois de cinco anos da última menstruação, a mulher perde cerca de 5% de massa óssea por ano.

Essa incidência, portanto, não reflete nos homens. Outro fenômeno que retarda o surgimento da doença no público masculino é a testosterona. O hormônio ajuda a evitar o desgaste ósseo.

Porém, alguns hábitos adotados principalmente pelos homens, como o tabagismo e o alcoolismo, são fatores de risco para o enfraquecimento dos ossos no envelhecimento.

Sendo assim, confira agora os principais fatores de risco para a doença:

  • menopausa;
  • tabagismo;
  • alcoolismo;
  • pele clara;
  • ser asiático;
  • histórico familiar da doença;
  • disfunção hormonal;
  • deficiência de cálcio e vitamina D;
  • sedentarismo;
  • baixa exposição ao sol.

Nesse sentido, é muito valioso tomar algumas atitudes desde os primeiros anos de vida e, especialmente na vida adulta. Alimentação saudável, exposição equilibrada ao sol e exercícios físicos são imprescindíveis. Afinal, essas ações servem como uma reserva óssea para o envelhecimento.

Tratamento: veja como conter o avanço da osteoporose

A doença caracterizada pela fragilidade óssea não tem cura. Mas tem tratamento.

Normalmente, o primeiro passo diante da suspeita da enfermidade é fazer uma densitometria óssea. O exame pode ser feito uma vez por ano, mas o médico pode solicitá-lo num período mais curto para ajustar a medicação.

Sendo assim, a densitometria óssea (DMO) é um exame muito simples, rápido e indolor. Ele é realizado em clínicas de imagem e dura cerca de 15 minutos.

O exame é capaz de identificar a espessura do osso ainda na fase de osteopenia. Ela, por sua vez, não é uma doença, mas sim indica uma pré- disposição à perda óssea.

A densitometria óssea é indicada, geralmente, para mulheres acima de 65 anos, ou após a menopausa, e homens com mais de 70 anos. Pessoas que fazem tratamento com o uso de corticóides ou ainda sofrem de convulsão, precisam fazer o exame para identificar a doença precocemente.

Após o diagnóstico, o médico que acompanha o idoso pode indicar suplementação de cálcio e vitamina D, além de uma alimentação balanceada, com a ingestão de alimentos ricos nessas fontes.

Leite e seus derivados, soja, feijão branco, folhas escuras (como couve e brócolis), grão de bico, entre outros, são alimentos que devem ser acrescentados à dieta.

Além disso, é importante que o idoso faça atividades acompanhadas por fisioterapeutas e educadores físicos. Elas aumentam a resistência dos ossos.

Mas, acima de tudo, é importante contar com a orientação médica. Afinal de contas, um exercício de alto impacto pode causar fraturas dependendo do estágio da enfermidade.

Incidência de fraturas

Entre as partes do corpo da pessoa idosa que estão mais suscetíveis a traumas estão:

  • coluna;
  • fêmur;
  • punho;
  • costelas.

Já a medicação, na maioria dos casos, inclui calcitonina (controla os níveis de cálcio no sangue), ranelato de estrôncio (aumenta a formação óssea) e teriparatida (reduz o risco de fraturas). Cada caso é um caso e, portanto, a recomendação médica vai variar em relação à quantidade e periodicidade da ingestão de medicamentos.

Para concluir, a osteoporose merece atenção especial, pois é capaz de tirar a qualidade de vida no envelhecimento se o idoso não receber o devido tratamento.

Como já citamos, no Brasil há cerca de 10 milhões de pessoas com a doença. Segundo um estudo publicado recentemente na revista científica Journal of Medical Economics, e realizado em países da América Latina, a enfermidade custa cerca de R$ 1,2 bilhão por ano ao governo e à sociedade.

Nesse sentido, a Cora Residencial Sênior – instituição de longa permanência – zela pela alimentação enriquecida com cálcio para os residentes das seis unidades localizadas em São Paulo.

Você deseja conhecer melhor o acompanhamento nutricional e as atividades realizadas para fortalecer a massa óssea dos nossos residentes?

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