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Idosos e tecnologia: como aprimorar essa relação

Idosos e tecnologia: a relação necessária e nem sempre conflituosa, como muitos imaginam, surgiu nos últimos tempos para trazer mais conforto e praticidade à pessoa idosa.

A população idosa vem aumentando. Muito evidente na Europa, o crescimento do número de pessoas maduras também é perceptível aqui no Brasil.

Embora ainda exista resistência em usar as novas tecnologias para se comunicar, através de um smartphone, ou pagar uma conta por meio de um aplicativo, os idosos têm mostrado que podem superar o desafio.

No entanto, a visão estereotipada que vê um bicho de sete cabeças na tecnologia precisa ser combatida, pois, mesmo com certos problemas, como a falta de conhecimento e habilidades, diversos são os idosos que buscam entender e se aperfeiçoar na área.

Tanto é que 2 em cada 10 idosos utilizam facilmente a tecnologia. Em 2017, segundo a pesquisa PNAD, divulgada pelo IBGE, o número de idosos que usam a internet cresceu 31%, sem falar em outras tecnologias que fazem parte do dia a dia, como caixas eletrônicos, atendimento virtual, entre outros.

O uso da tecnologia é importante para o idoso porque confere a ele mais conhecimento e autonomia. Quando envelhecemos precisamos lidar com as mudanças que vêm ocorrendo e é decisão do idoso parar no tempo ou seguir se adaptando. Mas, segundo pesquisas norte-americanas, a maioria deseja aprender e utilizar as novas tecnologias, mesmo tendo que enfrentar desafios e sair da zona de conforto.

Desafios entre os idosos e tecnologia: como superá-los

Existem diversos obstáculos na relação entre as pessoas idosas e a tecnologia, mas um dos maiores é a falta de afinidade com os dispositivos.

Os idosos de hoje viveram a maior parte da sua vida de uma forma diferente, em que a informação demorava a chegar, que não tinham o contato com outras pessoas tão fácilmente e existia uma estabilidade que hoje a internet e tecnologia quebraram de vez.

Os idosos veem as modificações, mas nem sempre conseguem acompanhar as tendências, como se adequar ao uso e à linguagem das novas formas de relacionamento. Além disso, segundo estudos, 72% dos idosos não usam a tecnologia por falta de habilidade. Outro problema é a acessibilidade e a usabilidade. Isso porque os objetos tecnológicos não são pensados para o grupo de idosos: letras muito pequenas, ícones, velocidade, entre outros fatores, podem atrapalhar a coordenação motora e experiência cognitiva com esses aparelhos.

Outro desafio é o próprio medo dos usuários de interagirem com a tecnologia. De acordo com uma pesquisa feita com 100 indivíduos pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, 24% têm medo de usar novas tecnologias e 40% têm receio de danificar o aparelho.

Portanto, o medo é de quebrar os dispositivos, não aprender a usá-los, perder algum documento, pasta ou baixar um vírus, enfim, e acabarem comprometendo o uso do aparelho.

No entanto, fica a dúvida: será que os idosos são incapazes de lidar com a tecnologia? Claro que não. Como mostramos, muitos já estão imersos nesse mundo de transformação digital e vamos mostrar algumas iniciativas que podem ajudar seu pai ou avô nessa aprendizagem sobre o mundo digital.

Iniciativas de inserção do idoso na era digital: veja dicas de inclusão

Primeiramente, as iniciativas de inserir o idoso no contexto digital devem prezar pelo ensino através de cursos, workshops e outros tipos de eventos que atraiam esse público.

Devemos ressaltar que no processo de ensino deve-se mostrar que não há idade para aprender e que eles são tão capazes quanto qualquer um. Esse primeiro passo aumenta a autoestima e a confiança, permitindo maior dedicação dos idosos ao aprendizado.

Nesses cursos eles devem aprender a linguagem tecnológica, além das funções básicas como: usar o mouse, fazer pesquisa, editar textos, comprimir arquivos e usar planilha. Mas além dessas atividades, outros fatores mais complexos e que não partem do idoso podem ajudar a inseri-lo no meio digital.

Criar hardwares e softwares mais acessíveis, assim como o aumento da tela e facilidade com o teclado pode atrair mais idosos curiosos com a tecnologia. Criar também aplicativos que ajudem na aprendizagem ou mesmo em outras atividades ligadas à tecnologia pode ser de grande ajuda. O segredo é tornar os dispositivos mais fáceis e acessíveis para esses grupos.

Mas, além de tudo isso, devemos estimular a inclusão fazendo-os conhecer melhor o ambiente virtual, tendo o conhecimento necessário para lidar com ameaças e riscos do mundo digital, prevenindo-as de possíveis fraudes e golpes.

Engajamento dos idosos no mundo tecnológico: por que fazê-lo?

De acordo com o IBGE, até 2030 a população idosa passará de 43 milhões.

Nesse contexto entender e utilizar as tecnologias não serão habilidades, mas uma necessidade já que a tendência também é que o mundo fique cada vez mais digital.

Juntar idoso e tecnologia se torna um imperativo para que ele mantenha para si sua autoconfiança para executar tarefas simples, mas que estão cada vez mais tecnológicas. Aperfeiçoar essa relação é conceder ao idoso maior capacidade de resolver seus problemas do dia a dia, por exemplo, em que ele pode fazer um processo virtual sem ajuda de ninguém.

Outro fator relevante e já dito, é que existe a necessidade de o idoso dominar também a tecnologia, até mesmo para o mercado de trabalho, já que muitas pessoas acima de 60 anos ainda não visam (ou podem) se aposentar. Por isso, esses conhecimentos o ajudam a se incluir no mercado.

Para concluir, a relação idosos e a tecnologia pode contribuir para que o idoso esteja sempre por dentro das principais informações, evite o isolamento, aprenda uma nova habilidade e tenha mais autonomia. Além disso, permite que ele se sinta mais inserido dentro de uma comunidade e coloca-os em contato com família e amigos.

Entendeu a importância e como vencer os desafios para inserir os idosos às tecnologias? Então veja mais posts como esse, de cuidado e bem-estar dos idosos no Facebook da Cora Residencial Sênior.

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