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AVC em idosos: o que é e como prevenir

O AVC em idosos é um perigo iminente, mas pode ser prevenido em 90% do casos com cuidados diários, mudanças comportamentais e uma equipe multiprofissional ao lado do seu pai, mãe, avô, avó ou parente próximo.

A sigla corresponde a Acidente Vascular Cerebral. A doença também é conhecida popularmente como derrame. A situação atinge mundialmente, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 17 milhões de pessoas no mundo e mais de 6 milhões chegam a óbito.

No Brasil, a situação não é muito melhor. Em um ano, cerca de 400 mil pessoas são acometidas pela doença, das quais aproximadamente 100 mil não resistem.

E ainda que o indivíduo resista, a doença tem grande probabilidade de consequências severas prejudicando o bem-estar do paciente.

O Acidente Vascular Cerebral pode ser ainda mais suscetível de ocorrer em idosos, formando o maior grupo de risco. Acredita-se que sua incidência é maior após os 65 anos, e a probabilidade de acontecer dobra a cada década após os 55 anos. É uma doença, portanto, predominante entre idosos, sendo a segunda maior causa de morte e a primeira de incapacidade no Brasil.

Como a informação é a melhor arma contra a doença, a Cora Residencial traz tudo que você precisa saber sobre o AVC e os métodos de prevenção e tratamento em idosos. Acompanhe a leitura.

O que é AVC: como ele acomete o organismo

O Acidente Vascular Cerebral é uma doença autoimune, incapacitante e extremamente séria que pode ser causada pela restrição ou extravasamento do fluxo sanguíneo dentro do vaso de alguma área cerebral, provocando a paralisia total ou parcial cerebral.

Temos dois tipos de AVC que podem vir a ocorrer:

  1. AVC Isquêmico: é o tipo mais comum que acomete cerca de 80% dos pacientes. Nesse tipo, há a restrição do fluxo sanguíneo em uma artéria, provocando a interrupção da oxigenação da área cerebral. Ela pode ser causada por coágulos que se formam dentro do vaso sanguíneo da área cerebral (trombo) ou coágulos que se formam em outras áreas e percorre a circulação até obstruir o caso (êmbolo).
  2. AVC Hemorrágico: acomete 20% dos pacientes e é mais grave que a isquêmica. Aqui há o extravasamento do sangue em determinada área cerebral, provocando uma hemorragia, que é proveniente da ruptura ou lesão de uma artéria.

Principais sintomas: veja como identificar o derrame

Os sintomas do AVC geralmente são repentinos e agudos e podem se apresentar de formas diferentes a depender dele ser isquêmico ou hemorrágico.

No AVC Isquêmico os sintomas mais comuns são:

  • dificuldade para movimentar a face;
  • perda da força muscular;
  • alterações visuais;
  • tonturas;
  • dificuldade de comunicação e compreensão;
  • alteração no nível de consciência e memória.

Já no AVC Hemorrágico as principais sensações são:

  • dor de cabeça repentina;
  • cefaléia;
  • aumento da pressão intracraniana;
  • náuseas e vômitos;
  • problemas neurológicos semelhantes aos provocados pelo acidente vascular isquêmico.

Causas do AVC em idosos: confira como elas podem ser prevenidas

As causas do AVC dividem-se em três principais grupos. Veja as características de cada um deles:

os não modificáveis: são fatores que não podemos mudar, como, por exemplo, a idade, já que o risco aumenta conforme o avançar dos anos.

Temos ainda a questão de gênero, pois o AVC é mais comum em homens.

os modificáveis: os fatores modificáveis dizem respeito aquilo que pode até nos acompanhar, mas temos certo controle sobre eles.

Entre eles temos as arritmias cardíacas, que podem formar pequenos coágulos no coração que, por sua vez, podem ser levados até o cérebro.

Temos ainda a hipertensão, que é a principal causa do AVC, correspondendo a 50% do casos.

Para complementar as causas modificáveis, temos ainda o tabagismo, pois o cigarro possui diversas substâncias que aumentam a coagulação do sangue, tornando-o também mais grosso.

Quem tem diabetes também deve ficar de olho, pois a doença acaba alterando os níveis de açúcar no sangue que podem influenciar na coagulação.

– os fatores de risco: dentre os fatores de risco estão todos aqueles que podem ser ainda mais facilmente modificados por ações de prevenção, como o sedentarismo, a obesidade, a ingestão de álcool e o estresse do dia a dia.

Sequelas: os efeitos do AVC no corpo e na mente

Mesmo que muitos não sejam levados a óbito, como dissemos na introdução, a qualidade de vida do idoso pode ser afetada, até porque as sequelas nesse grupo são mais graves e presentes do que em jovens, por exemplo.

Portanto, entre os prejuízos, acredita-se que 70% tenha algum tipo de problema funcional e cerca de 30% tenha dificuldade de locomoção.

O derrame pode causar ainda comprometimento da sensibilidade física, dificuldade de fala e compreensão, alteração da visão, lesões cerebrais e no tronco e até mesmo alterações comportamentais, como a depressão.

Prevenção: vida saudável é um dos caminhos

No início do texto mostramos que 90% dos casos de AVC são evitáveis a partir da prevenção. Entendendo os principais fatores de risco fica mais fácil saber quais atitudes são mais apropriadas para prevenir a doença.

É importante ter uma dieta balanceada, com uma alimentação saudável e com restrições na quantidade de sal e açúcar para evitar, justamente, casos de hipertensão e diabetes. O colesterol também deve ser gerido de maneira saudável, sempre mantendo o índice abaixo de 200.

É interessante que você ou uma equipe especializada incentive a prática de atividades físicas pelo idoso, pois além de ajudá-lo em diversas tarefas, combate a obesidade e sedentarismo e desestimula o tabagismo.

Procure também uma forma de liberar o estresse do idoso com atividades divertidas e conversas. É imprescindível ainda que ele possua seu médico familiar que tenha acesso a todos os casos de doença do idoso, além de conhecimento do histórico familiar.

Tratamento: medicamentos e cirurgia

Na ocorrência do AVC é necessário o encaminhamento para emergência e, em alguns casos, procedimento cirúrgico. Passada essa fase, provavelmente o paciente deve lidar com medicamentos como trombolíticos e anticoagulantes para diminuir os danos.

Depois você deve contar com uma equipe multiprofissional para cuidar e restabelecer a saúde do paciente. O médico ficará responsável pelo acompanhamento das sequelas; os enfermeiros pelo acompanhamento da medicação; os nutricionistas regulam a alimentação para manutenção da pressão.

Para concluir, você pode contar com outros profissionais da saúde como fisioterapeuta, para estabilidade muscular, apoio psicológico, suporte fonoaudiológico, entre outros. Tudo para tornar a recuperação mais tranquila e restabelecer a qualidade de vida após o AVC em idosos.

Aqui na Cora Residencial Sênior dispomos de um time completo disponível visando o bem-estar geral do idoso. Agende uma visita para conhecer nosso quadro de profissionais e estrutura aqui.

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