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Doença de Parkinson: tudo o que você precisa saber

A doença de Parkinson é mais uma incógnita na ciência. Os médicos não sabem a causa nem a cura. Mas existem tratamentos eficientes e com resultados rápidos que podem melhorar a qualidade de vida do idoso diagnosticado. 

Nesse sentido, os tremores são logo associados à enfermidade. Contudo, é importante saber que eles nem sempre estão associados ao Parkinson. Há, dessa forma, outras doenças que causam tremores nas pessoas idosas. 

A doença não é de notificação compulsória. Portanto, não se sabe o número de portadores no Brasil e no mundo. Porém, há algumas estimativas de que há, pelo menos, 200 mil pessoas com Parkinson no Brasil.

Entretanto, esse número pode ser maior. Isso porque um estudo feito em Minas Gerais com pessoas acima de 64 anos apontou que 3,3% dos idosos tinham a doença. 

Mas o que seria a patologia? Ela pode levar à morte? Causa dores? Pode ser prevenida? Atinge somente idosos? Bom, são muitas dúvidas que permeiam a cabeça de familiares de pessoas diagnosticadas com Parkinson. 

Entretanto, com informação, carinho e tratamento adequado é possível amenizar os sintomas dessa doença. Sendo assim, acompanhe este conteúdo e conheça mais sobre a doença de Parkinson. 

O que é Doença de Parkinson?

Assim com outras demências, o Mal de Parkinson é uma doença degenerativa e progressiva. Ou seja, ela é causada pela morte de neurônios de uma determinada região do cérebro, antes da hora, e segue ritmo de crescimento com o passar dos anos.  

Em verdade, a enfermidade afeta uma área muito pequena do cérebro chamada Substância Negra, também chamada de Substância Nigra. É justamente nesta região que é produzida a dopamina, substância que é responsável pelos movimentos do corpo. 

Sendo assim, o paciente acometido de Mal de Parkinson sofre um descontrole dos movimentos. É aí que entra o sintoma mais conhecido da doença, que são os tremores. 

Entretanto, há outros sintomas típicos, como você verá mais adiante, como endurecimento dos músculos e dificuldade de locomoção. Esses fatores podem incidir no grau de dependência do idoso, que começa a precisar da presença de um cuidador e tem sua liberdade de trabalhar e passear mais limitada. 

Como é feito o diagnóstico da enfermidade?

Quando um familiar desconfia que o pai, tio, avô ou outro parente está com Parkinson, logo começa a pesquisar os sintomas na internet e, paralelamente, marca uma consulta médica. 

Mas pode ocorrer também de a suspeita partir do próprio médico que faz o acompanhamento semestral ou anual do idoso. Em outros casos, essa cisma pode ocorrer durante o tratamento de outra enfermidade. Enfim, imediatamente se procura uma resposta definitiva. 

Contudo, assim como outras doenças, como o Mal de Alzheimer, o Parkinson tem seu diagnóstico através de exames clínicos. Sendo assim, o médico pergunta sobre o histórico do paciente e para complementar, pede alguns exames para descartar outras possibilidades e, assim, poder afirmar que está diante de um caso de Parkinson. 

Nesse contexto, a idade do paciente é muito importante. Isso porque a demência pode se manifestar por volta dos 55 anos em diante. É mais comum, porém, após os 70 anos e, majoritariamente, em homens. 

A partir do diagnóstico já se inicia o tratamento, que é farmacológico e por meio de terapias, como a fisioterapia e a fonoaudiologia. 

Como a doença foi descoberta? 

O Mal de Parkinson foi chamado inicialmente de Paralisia Agitante pelo próprio médico que identificou a doença. 

Por falar nisso, a enfermidade foi relatada pela primeira vez na história no estudo “An Essay on the Shaking Palsy”, publicado em 1817. A pesquisa foi produzida pelo inglês James Parkinson (1755-1824). Ele foi farmacêutico, cirurgião, geólogo, paleontólogo e ativista político.  

À época, James Parkinson relatou a doença como sendo de evolução lenta, que atingia os homens e ocorria na idade adulta. Mas somente 51 anos depois de sua morte, a doença foi rebatizada como Doença de Parkinson por iniciativa do neurologista Jean-Martin Charcot. Ele demonstrou que a doença era neurodegenerativa e atingia partes específicas do cérebro. 

Quais são os principais sintomas do Parkinson? 

Primeiramente, é muito importante não se preocupar antes da hora ou tirar conclusões precipitadas. Por isso, é essencial ter um diagnóstico médico. O profissional específico para isso é o neurologista. Através de exames clínicos, e alguns exames de imagem para descartar outras doenças, ele pode afirmar se o idoso é portador ou não de Mal de Parkinson. 

Alguns sintomas, porém, são bastante comuns aos portadores de Parkinson. Veja quais são: 

  • tremores de repouso (quando não se está fazendo nenhum movimento);
  • lentidão motora;
  • ao escrever à mão, as letras começam a ficar menores em relação aos tempos passados; 
  • rigidez muscular;
  • distúrbios da fala;
  • dificuldades para engolir;
  • alterações do sono;
  • desequilíbrio;
  • tontura;
  • alterações no sistema respiratório;
  • distúrbios no aparelho urinário. 

Qual é a diferença entre tremor essencial e tremor de repouso?

Os tremores podem gerar constrangimento nos idosos. Ao segurar um jornal ou uma xícara de café ou simplesmente abotoar o casaco, surge a tremedeira involuntária. Mas como saber se ela é um sinal do Parkinson ou de outras doenças? Veja a seguir. 

Basicamente existem o tremor essencial e o tremor de repouso, que é típico do Mal de Parkinson. Assim, veja o que significa cada um deles.

O tremor essencial causa movimentos rítmicos nas mãos e é percebido quando o indivíduo realiza um movimento, como levar um copo de água à boca. 

Ele pode começar num lado do corpo, atingindo braços e rosto. O idoso pode se sentir envergonhado, por isso, é preciso muito respeito e empatia ao se deparar com um caso na família. 

Não se sabe a causa exata do tremor essencial, mas existem remédios para controlar o movimento e, em alguns casos, a cirurgia cerebral é indicada. 

Enquanto isso, o tremor de repouso ocorre quando o idoso está parado. Ele é um dos primeiros sinais de Mal de Parkinson. Assim, o tremor pode se manifestar primeiramente num dedo da mão ou numa perna enquanto se está sentado ou deitado. 

Mas, conforme a evolução da doença, a tremedeira pode atingir os dois lados do corpo. Assim, entre os tratamentos indicados pelos médicos está o simples ato de apertar uma bola de tênis nas mãos. A pressão na bola, portanto, ajuda a conter o tremor. 

Um detalhe interessante é que nem todos os portadores de Parkinson têm tremores de repouso. Segundo as pesquisas médicas, em média, 30% dos pacientes não possuem esse sintoma. 

A enfermidade tem cura? Então, qual é o tratamento? 

Infelizmente, a causa e a cura do Mal de Parkinson ainda são desconhecidas pela ciência. Mas a boa notícia é que a enfermidade é tratável. Existem opções, como tratamento farmacológico, terapias e até cirurgia para amenizar os sintomas (quando há indicação médica). 

Segundo a comunidade médica, espera-se que ao descobrir o que causa a morte das células cerebrais na chamada Substância Negra (ou Nigra) se encontrem caminhos para a cura da doença. 

Mas até lá são adotadas técnicas de reabilitação. A fisioterapia, a fonoaudiologia e a terapia ocupacional são usadas entre os pacientes, que se veem inseridos numa nova realidade devido às limitações de movimentos impostas pela patologia. Saiba mais detalhes: 

  • fisioterapia: ameniza eventuais dores, aumenta a flexibilidade dos músculos e melhora a mobilidade, conferindo mais independência à pessoa idosa;
  • terapia ocupacional: ajuda o paciente a se manter independente nas atividades diárias, estimulando sua autoestima e segurança;
  • fonoaudiologia: o profissional trabalha a fala do paciente, estimulando-o, através de exercícios, a manter a comunicação com clareza, apesar de a doença afetar suas habilidades. 

É bom lembrar, entretanto, que o tratamento vai depender de cada caso. Isso porque os sintomas não ocorrem com mesma intensidade e velocidade igualmente em todos os portadores. 

Dependendo da idade e das condições clínicas do idoso, o médico também pode indicar a realização de cirurgia. Ela, portanto, é feita na região do cérebro responsável pela substância que gera os movimentos, visando reduzir os efeitos restritivos no paciente.  

A origem do Parkinson pode ser genética?

Alguns estudos indicam que o Mal de Parkinson seja genético. Assim, há uma pequena parcela dos portadores que desenvolveram a doença porque um dos pais já tinha sido diagnosticado. Entretanto, os estudos ainda não são conclusivos. 

O que se sabe, porém, é que fatores ambientais, como a exposição a certos produtos químicos, combinados com fatores genéticos, possam causar o Parkinson. Estima-se, portanto, que menos de 15% dos pacientes recentes diagnosticados com a enfermidade já tenham histórico familiar da doença. 

Um levantamento da Fundação Nacional de Parkinson, nos Estados Unidos, por exemplo, concluiu que pessoas com pais ou irmãos diagnosticados com Parkinson têm o dobro de chance de desenvolver a doença no futuro.

Só complementando que, conforme os médicos, a origem da enfermidade não interfere no tratamento. Assim, o tratamento é desenvolvido da mesma maneira que nos demais pacientes. 

É possível identificar os fatores de risco da doença?

Muitos familiares que têm pessoas com Parkinson na família se perguntam se é possível prevenir ou, pelo menos, identificar os fatores de risco da doença para, dessa forma, reduzir os riscos no futuro. 

Portanto, trazemos aqui alguns fatores que são mais frequentes no histórico de pacientes com a enfermidade. Anote: 

  • sexo masculino: em média, para cada 2 homens com Parkinson, há 1 mulher;
  • fatores ambientais: pesquisas mostram que o contato com produtos químicos e materiais tóxicos aumentam os riscos de alterações cerebrais;
  • pancadas na cabeça: tem se mostrado uma relação mais próxima entre pessoas que sofreram impactos na cabeça (seja em acidentes, quedas ou lutas) e a incidência de Parkinson;
  • idade: quanto mais velho o indivíduo, maior é a chance de desenvolver Parkinson. Normalmente, ele surge a partir dos 55 anos. 

Portanto, os médicos costumam dizer que levar uma vida saudável, com prática de exercícios físicos e atividades de estimulação cognitiva ajudam a ter um cérebro mais saudável. 

Jovens podem ter Mal de Parkinson?

O Parkinson, como já foi dito aqui neste artigo, é mais comum em pessoas a partir dos 55 anos de idade. Por consequência, a probabilidade aumenta com o avançar da idade. 

Mas isso não exclui os mais jovens. Afinal de contas, a enfermidade também pode atingir, em casos mais raros, indivíduos mais novos. 

É o caso do ator Michael J. Fox, que viveu Marty McFly em “De volta para o futuro”. A celebridade desenvolveu a enfermidade quando tinha cerca de 30 anos de idade. 

O principal desafio para esses jovens (a maioria na fase produtiva) é conviver com as restrições físicas nos movimentos, as alterações na fala e os tremores. 

Por isso, eles podem recorrer à cirurgia cerebral. O tratamento, de modo geral, segue os mesmos padrões do realizado em pessoas longevas. 

Qual é a incidência da doença no Brasil e no mundo? 

Como falamos no início deste artigo, o Mal de Parkinson não é de notificação compulsória, ou seja, ele não é monitorado pelos órgãos de saúde. 

Assim, existe apenas uma estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que 1% da população acima de 65 anos no mundo tenha Parkinson. 

No Brasil, a estimativa já citada pela comunidade médica é de, pelo menos, 200 mil casos. Mas à medida em que a população envelhece, o número de casos pode aumentar. 

Em 2018, por exemplo, cerca de 9% dos brasileiros eram considerados idosos. Mas em 2060 essa fatia representará 25% da população, segundo estimativa do IBGE. 

Sendo assim, é muito importante que a sociedade esteja preparada para lidar com esse idoso com Parkinson, oferecer o tratamento adequado e dar condições de sobrevida a esse paciente. A tendência é de que ele use mais a rede de saúde e necessite dos devidos cuidados. 

O diagnóstico pode vir acompanhado de problemas emocionais?

O Parkinson não afeta apenas o aspecto motor. Mas também o emocional. De acordo com os neurologistas, os transtornos de ansiedade estão presentes em até 60% dos casos. É comum também que esses distúrbios sejam acompanhados de depressão. 

Por isso, é tão importante que o paciente descubra o diagnóstico precocemente. Só assim, ele poderá contar com a medicação correta para evitar (ou amenizar) os principais sintomas. 

Outro detalhe curioso é que o paciente com Parkinson pode ter alterações de sono. O idoso, portanto, pode se debater enquanto dorme.

Para complementar, o paciente idoso pode ainda ter insônia durante a noite e, por consequência, sono excessivo durante o dia. Mas um acompanhamento médico tende a reduzir esses sintomas, com o uso de terapias adequadas e medicamentos. 

Quais artistas famosos já tiveram Parkinson?

Essa doença não escolhe posição social. Mas há alguns artistas e pessoas conhecidas em outras profissões que desenvolveram Parkinson, tendo de paralisar suas atividades para o tratamento de saúde, mas também se mantendo atuantes. 

O pugilista norte-americano Muhammad Ali, considerado o desportista do século, ficou conhecido também por lutar contra o avanço da enfermidade. Ele chegou a fazer tratamento com células-tronco em Israel, em 2016, mas morreu seis anos depois. 

O Papa João Paulo II apresentava as evidências da doença perto do ano de sua morte, em 2005. Ele manteve alguns compromissos do cargo, mas o corpo cansado pela idade e pela doença o fizeram mais frágil. 

O ator Paulo José está com 83 anos e desde 1993 luta contra os sintomas do Parkinson. Portanto, o ator reduziu a carga de trabalho, mas continuou suas atividades nas artes. Seu último trabalho foi em 2018 com o filme “Todos os Paulos do mundo” que retrata a sua própria carreira. 

O ator Cecil Thiré, famoso por atuar em telenovelas como “A próxima vítima” e “Roda de fogo”, também foi diagnosticado com a enfermidade há anos. Aos 76, ele se afastou da mídia e trava uma luta contra o avanço da doença. 

O músico britânico Ozzy Osbourne, conhecido por sua carreira solo, mas também por atuar na banda Black Sabbath, declarou no início de 2020 que está com Mal de Parkinson. Aos 71 anos, ele descobriu o diagnóstico após se recuperar de uma pneumonia. 

Como a família deve lidar com o parente com Parkinson?

Quando há o diagnóstico, pode ser difícil absorver a notícia entre a família, pelo fato de a doença ser incurável. 

Entretanto, embora se trate de uma doença crônica, é possível conviver com ela com mais qualidade de vida do que há décadas atrás. 

Em muitos casos, é possível manter o trabalho ou uma rotina com atividades estimulantes, como exercícios físicos e encontros em grupo. 

Por isso, é importante que a família tenha ciência de que irá enfrentar as possíveis dificuldades do tratamento junto com o parente diagnosticado, estando sempre presente e dando todo o apoio esperado. 

Sendo assim, é fundamental que os familiares definam, em consenso, sobre os cuidadores, o acompanhamento nas consultas médicas, a obediência ao tratamento, com remédios na hora certa, bem como a participação nas terapias indicadas, como as sessões de fisioterapia. 

Sobretudo, é importante oferecer meios para que o idoso mantenha sua autonomia, já que a doença não afeta a sua memória como em outras demências.

A alimentação do idoso com Parkinson deve ser diferenciada?

A pessoa idosa que sofre de Mal de Parkinson pode ter algumas alterações relacionadas à alimentação. Por isso, é importante que ela tenha um cuidado especial na nutrição. 

Os pacientes costumam ter dificuldades para engolir os alimentos. Sendo assim, se ele estiver neste estágio, é preciso preparar comidas mais pastosas, como purês, caldos e sopas. 

Além disso, muitos idosos têm constipação, que é o famoso intestino preso. Por consequência, é fundamental incentivar o consumo de frutas, sucos e alimentos ricos em fibras. 

Lembrando que a constipação traz outras complicações, como falta de apetite e alteração no sono. Isso pode ocasionar, por sua vez, mudanças de humor, agravando os casos de ansiedade e até depressão. 

Sendo assim, é muito importante que o idoso com Parkinson tenha uma alimentação balanceada, rica em nutrientes, em horários pré-determinados e com muito consumo de água, para evitar o risco de desnutrição. 

Ainda sobre a alimentação, é importante que o idoso não procure fazer as dietas da moda ou se render à tentação dos fast food e comidas industrializadas. Pois a alta concentração de sódio, açúcar e gordura hidrogenada fazem mal ao funcionamento do intestino e rins. 

Idosos com Parkinson têm mais risco de quedas?

O Mal de Parkinson traz sintomas que podem causar o desequilíbrio e, consequentemente, as quedas mais frequentes. Veja:

  • tronco rígido;
  • perda de equilíbrio;
  • corpo curvado para a frente ou para o lado;
  • marcha parkinsoniana – que são os passos mais acelerados.

Todos esses fatores, portanto, tendem a aumentar o risco de quedas entre os idosos com a enfermidade. Dessa forma, é preciso ter um cuidado redobrado. 

Afinal, a queda pode provocar fraturas, imobilidade do idoso, alterações de apetite e de humor. 

Nesse sentido, é fundamental que o ambiente no qual o idoso circula seja livre de riscos. Casas ou apartamentos com tapetes e cômodos mal iluminados são um grande risco. 

Portanto, é necessário adaptar o lar para o idoso com Parkinson, com a instalação de barras de apoio no banheiro e nos corredores, eliminação de tapetes, redução de móveis para evitar batidas, iluminação noturna (caso o idoso tenha o costume de ir ao banheiro ou beber água à noite), calçados firmes e pisos antiderrapantes. 

Com a observação desses detalhes, é improvável que o idoso leve quedas e, assim, venha a sofrer ao ficar acamado. 

Conclusão

Para concluir este artigo, é importante lembrar que a Doença de Parkinson é uma doença crônica, degenerativa e progressiva. Por enquanto, não há estudos conclusivos sobre a cura da enfermidade, nem se consegue explicar exatamente a causa da patologia. 

Entretanto, há tratamentos de sucesso que garantem bem-estar ao idoso, que pode manter suas atividades com disposição e esperança. 

Portanto, a Cora Residencial Senior se preocupa com a qualidade de vida do residente diagnosticado com Parkinson. Logo, oferece alimentação balanceada através de seis momentos de refeição diária, atividades físicas, sessões de fisioterapia e uma equipe multiprofissional de cuidados para estar atenta ao estado de saúde de cada residente. 

Saiba mais de perto sobre o que estamos falando. Entre em contato conosco para marcar uma visita em breve. 

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