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Alzheimer: diagnóstico precoce ajuda a reduzir a evolução da doença

Os primeiros sintomas da Doença de Alzheimer passam despercebidos da maioria das pessoas. Portanto, parentes e pessoas mais próximas acreditam que o esquecimento e a confusão mental estão ligados à idade. Entretanto, quando falamos em Alzheimer, diagnóstico precoce é a condição para uma maior qualidade de vida ao paciente.

Isso porque quanto antes sabemos da existência da doença, mais cedo iniciamos o tratamento e mudamos a rotina do idoso a fim de se adaptar à nova realidade.

Sendo assim, a Doença de Alzheimer está presente em muitas famílias. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), há pelo menos 35,6 milhões de pessoas com a enfermidade no mundo inteiro.

Contudo, como as pessoas estão vivendo mais, é possível que esse número aumente bastante nas próximas décadas. A OMS projeta cerca de 135,5 milhões de portadores de Alzheimer até 2050. Portanto, o assunto é pertinente e merece uma reflexão no sentido de a sociedade (através das instituições de longa permanência), o sistema de saúde e a família estejam preparadas para lidar com pessoas diagnosticadas com essa condição.

Diagnóstico: exames clínicos identificam precocemente a doença

A Doença de Alzheimer é mais comum a partir dos 60 anos. A ciência ainda não descobriu exatamente a causa e a cura da enfermidade. Mas o que se atesta é que se trata de uma doença neurodegenerativa com estágios que vão do simples esquecimento à imobilidade total do paciente, podendo ser mortal com o avançar da doeça.

Cientistas têm se empenhado em pesquisas, porém, ainda não se tem um exame de imagem ou de coleta de materiais que possam precisar o diagnóstico precoce da doença

Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), o médico reconhece a doença através de exame clínico. Portanto, exames de sangue e de imagem também são feitos.

Nesse sentido, o médico pode pedir tomografia ou ressonância magnética, porém, apenas para excluir a possibilidade de outras doenças e, assim, afunilar o diagnóstico.

Histórico

Assim, diante da suspeita da enfermidade, o médico fará uma avaliação do paciente, levantando seu histórico de saúde, seus hábitos e comportamentos mais recentes. Nesse momento, o profissional conta muito com a ajuda do cuidador, que pode ser um familiar ou uma pessoa contratada, desde que acompanhe mais de perto a rotina do idoso.

É interessante lembrar que também existe o exame microscópico do tecido cerebral do paciente, mas ele é indicado apenas após seu falecimento, visto que pode causar riscos à atividade cerebral do idoso.

Não são raros os casos em que a Doença de Alzheimer é diagnosticada tardiamente. Nessas condições, a falta de um diagnóstico preciso na fase inicial da patologia pode trazer problemas ao paciente e ao familiar, especialmente se o idoso já tem outras doenças.

Por outro lado, em outros casos, o idoso é diagnosticado com comprometimento cognitivo leve na fase que precede o Alzheimer.

Neste momento, o idoso já relata alguns problemas devido à alteração cognitiva, mas ainda se mantém independente em todas as suas tarefas do dia a dia, como fazer compras e visitar amigos.

Cuidados: a importância da rotina nas primeiras fases do Alzheimer

Embora a Doença de Alzheimer seja irreversível, o diagnóstico precoce é a chance que o paciente tem para desacelerar o avanço da patologia. Isso porque não existe cura, mas sim tratamento à base de remédios e terapias não medicamentosas.

Dentre esses tratamentos, portanto, existem a musicoterapia, as atividades de estimulação cognitiva e outras que podem ser aplicadas conforme a orientação médica.

Dessa forma, é fundamental que o idoso com Alzheimer tenha uma rotina regrada. O cuidador deve atentar-se para não deixá-lo trocar a noite pelo dia, a fim que ele tenha um sono tranquilo, além de oferecer atividades que estimulem a memória, como jogos interativos, atividades artísticas e trabalhos manuais.

Quando essas mesmas atividades são realizadas em grupo, os ganhos são ainda mais importantes. Afinal, o idoso consegue manter a interação social, que pode ser comprometida pela enfermidade, e ainda se divertir e ter mais qualidade de vida.

Alzheimer: diagnóstico precoce e o papel do cuidador

Os médicos costumam dizer que o Mal de Alzheimer é uma doença que não afeta somente o idoso, mas sim toda a família.

Como a patologia vai evoluindo com o tempo, é preciso entender que o idoso não terá mais as mesmas reações e comportamentos que possuía antes do diagnóstico.

Por consequência, seu comportamento vai mudar, alternando momentos de estabilidade com irritabilidade, tristeza e isolamento.

Sendo assim, as atividades que antes ele realizava sozinho, agora se tornarão mais difíceis e demandam o acompanhamento.

É justamente por isso que muitos idosos que moram sozinhos tendem a procurar alternativas quando descobrem que têm Alzheimer. Só para complementar, o Brasil tem cerca de 4,3 milhões de idosos morando sozinhos, segundo o IBGE.

Muitos passam a morar com os filhos (quando há essa possibilidade) ou procuram as ILPIs (Instituições de Longa Permanência para Idosos) que oferecem o suporte necessário.

Mas independentemente do local escolhido para a moradia, o idoso com Alzheimer continuará tendo seus laços familiares mantidos.

Sendo assim, o familiar, seja um filho ou o cônjuge, também precisam ser informados dos estágios da doença, do tratamento e da evolução do quadro. Assim, com a informação correta, eles terão meios para superar essa nova etapa.

Para concluir, quando se fala em “Alzheimer – diagnóstico precoce” logo surgem muitos medos e dúvidas na cabeça do próprio idoso ou do parente próximo.

Porém, é importante ter os pés no chão e saber identificar os sinais em curto período de tempo, pois assim se estará mais preparado para o tratamento, para as terapias e para conviver com a doença, amenizando assim os efeitos do seu progresso.

Como foi dito neste artigo, as ILPIs dão o apoio necessário ao idoso com Alzheimer. Nesse sentido, a Cora Residencial Sênior é uma instituição especialista nos cuidados ao idoso com diagnóstico de Alzheimer.

Por isso há um cronograma de atividades cognitivas mensais e uma equipe multidisciplinar responsável, além de uma completa infraestrutura especialmente projetada visando a segurança e qualidade de vida do idoso.

Gostaria de se informar melhor sobre a doença? Então, continue acompanhando o nosso blog e navegando pelos artigos já publicados sobre Alzheimer.

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